Todo mundo quer ser feliz. Pesquisas relacionadas com a
qualidade de vida são realizadas a cada ano, conforme o desenvolvimento da
tecnologia e das ciências da saúde. Visível ou superficialmente as pessoas
batalham dias e noites a fim de encontrar a felicidade.
A sociedade
dividida em classes sociais financeira ou culturalmente proporcionam diferentes
alcances de qualidade de vida. Há quem se contente com o simples, o comum.
Entretanto, aqueles que provaram do melhor sentem-se insatisfeitos com o que
muitos podem considerar suficiente. Em nações pobres ou subdesenvolvidas, onde
a renda é distribuída desuniformemente, uma determinada quantia de dinheiro
pode trazer a felicidade de muitas famílias. Em contrapartida, nas
desenvolvidas pode trazer indiferença, pois pouco compra, já se tem o básico.
Portanto dinheiro pode ou não trazer felicidade e bem estar, depende do seu
fim.
Ter
qualidade de vida é estar em equilíbrio físico e mental. Ser provido de saúde,
saneamento básico, educação, emprego, conforto e alimentação. Junto a estes
meios, são necessários o desenvolvimento social baseado neles e a manutenção
dos mesmos. A partir de comodidades fornecidas pelo estado, a busca pela
felicidade requer ações próprias do indivíduo. Pequenas atitudes aplicadas no
cotidiano tais como ouvir música, ter fé, andar a pé, comer devagar, falar com
os amigos e tratar bem o próximo proporcionam harmonia mental e espiritual.
A
valorização do simples e do essencial é a base para o crescimento pessoal. Através
dela busca-se a satisfação humana dentro do contexto material e espiritual.
Portanto, as ações do ser humano são determinantes a sua própria felicidade. É preciso
saber administrá-las conhecendo-se de maneira propicia à harmonia pessoal.


