Vagando pelo túnel da solidão,
A cabisbaixa menina chorava.
Gotas singelas que desciam por sua face
Brilhavam perante a escuridão.
Sementes de esperança
Permaneciam em sua mente.
Na espera de alguma luz,
Em algum lugar ali presente.
Buscando alternativas,
A menina resolveu refletir:
“De que adianta esta tristeza,
Se eu tenho como agir?”
Após tomar consciência,
O trem ela resolveu dirigir.
Como uma grande recompensa,
A luz ela viu surgir.
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